domingo, 27 de dezembro de 2009

O charme é meu batom

Beyonce? Lady Gaga? Sthefany Absoluta? Naaaada... diva pop de verdade é a Ximbica, que descobri colocando em dia a leitura dos feeds hoje. Tudo bem que ela de certa forma lembra algumas parentas minhas de Novo Hamburgo*, mas é muito glamour no corpinho:



Se quiser acompanhar o videoclipe cantando junto, a letra na íntegra está aqui

Falando sério, estou pensando em aplicar o papo dessa mulher aí quando eu não estiver a fim de pagar a conta em algum boteco furado. Será que cola?

Ah! Vi no Não Salvo

*****
* Ainda bem que já passou o Natal e Papai Noel não vai me castigar por ser má menina.

quarta-feira, 23 de dezembro de 2009

Músicas para tornar o trabalho produtivo

Sempre que você me ver com fones no trabalho, com cara de focada mas balançando a cabeça, tenha certeza de que estarei ouvindo alguma das músicas abaixo a todo volume. Elas me ajudam a viajar nos bytes e na lógica da cousa toda.

Skinny Patrini - Little hell
Steppenwolf - Born to be wild
Daft Punk - Technologic
The Ting Tings - That's not my name
System of a Down - Forest
Groove Armada - Superstylin'
Mika - Grace Kelly
Michael Jackson - Beat it
Franz Ferdinand - Can't stop feeling
Gotan Project - Santa Maria (Del Buen Ayre)
The Presets - My people
Dead Disco - Automatic

Entre outras similares, como você pode conferir nas minhas faixas preferidas da Last.fm.
Sim, estou com preguiça (e sem tempo) de linkar tudo com YouTube e tal, então joga no Google Vídeos para ouvir. =)

domingo, 20 de dezembro de 2009

O meme da década

Há 10 anos...

Eu tinha terminado o ensino médio e, tendo apenas 16 anos, procurava entrar no mercado de trabalho. Meus pais não quiseram que eu estagiasse durante o segundo grau, o que me fez sair da escola sem nenhuma experiência (será?). Em 1999 engatei uma má experiência em um escritório de um turco maluco (que durou os exatos 90 dias de contrato, aleluia!), fiz alguns trabalhos informais... profissionalmente foi um ano perdido.
Nesse período eu me dediquei a trabalhos voluntários, frequentava - por grande poder de convencimento da minha mãe - uma igreja cristã muderrrna que não sai da mídia até hoje e ali, há de se dizer, fiz muitos bons amigos. Era de certa forma divertido e aprendi ensinamentos importantes para trazer na minha bagagem de vida. Há 10 anos as pessoas que faziam aquela igreja eram mais sérias, ao menos aqui na cidade. Mas em função dessa comunidade cristã eu acabei ficando away de uma série de coisas não menos importantes para uma adolescente.


Há 5 anos...

Eu passei de estagiária de desenvolvimento web para meu primeiro emprego formal na área. Já tinha trabalhado por um bom tempo na área financeira, manjava tudo do dinheiro dos outros mas não via a cor do meu. Aí, seguindo a máxima do mercado de TI onde o networking faz as oportunidades pintarem, fui trabalhar em uma agência digital onde fiz outros muitos amigos maravilhosos. Nesse ano eu terminei o curso técnico em sistemas de informação, fiz cursinho pré-vestibular para entrar na dona UFRGS (e desde então venho pirando com ela).
Em 2004 eu já tinha voltado do meu período away e estava bombando por aí. Mas confesso que sinto falta/me arrependo de não tê-lo feito muito antes. É algo que não está resolvido para mim até hoje. Ou melhor, deixou sequelas na auto-estima, se é que você me entende.


Há 2 anos...

Fazia muita festa. Fui a Buenos Aires com amigos. Chutei meu emprego de então 3 anos na agência digital. Comecei a fazer academia quando me dei conta de que estava MUITO descontente com meu corpo e que isso atrapalhava meu bem-estar emocional. Já tocava a faculdade em um ritmo mais light, ligando o foda-se para professores e cadeiras idiotas. Passei a ser menos tolerante com pessoas e situações que atrasam minha vida ou tentam me fazer de trouxa. Enfim, foi o ano em que decretei definitivamente o fim da Tati complacente. Deu para perceber, né?


Há 1 ano...

Saí da casa dos meus pais. Conheci novos amigos e amigas que me proporcionam até hoje experiências muito boas. Retomei contato com uma amiga com quem tinha brigado feio anos antes, quando eu ainda era boazinha e só queria ajudar-lhe a enxergar uma burrada que tinha feito. Convenci amigas a ir para o carnaval no Rio às vésperas do feriadão - e finalmente fiz os passeios turísticos que ainda não tinha me pilhado de fazer; conheci São Paulo. Finalmente aprendi a dor de receber um "não" de alguém por quem era realmente apaixonada (o sentido era seeeempre inverso). Comecei a trabalhar em uma empresa onde reaprendi a valorizar e respeitar uma liderança efetivamente competente, e onde finalmente voltei a me sentir desafiada.


Ontem...

Trabalhei à tarde e à noite na entrega de um projeto de final de ano. Comi um xis gigante com os co-workers e passei mal. Fiquei feliz porque o pé torcido durante a semana parou de doer. Fiz uma faxina rápida no apê. Resmunguei pela centésima vez que minha janela não tem vista e continuei não me pilhando de gastar com mudança a essa altura do ano.


Amanhã...

Tentarei cumprir a promessa de acordar cedo. Tentarei comprar a passagem para a praia no Natal, para ver meus pais. Incomodarei a imobiliária para trocar um móvel tomado de cupins da proprietária do apê. Almoçarei coisas saudáveis. Decidirei se me matricularei na academia ainda esse ano ou não. Provavelmente não farei nem metade dessas coisas.

*****

O meme que vi tinha mais itens para responder, mas curti apenas essa retrospectiva da década. Afinal, faltam dez dias para acabar os anos 00 e não tivemos tempo de fazer uma revisão do que foram esses últimos anos em um novo milênio tão aguardado por uns, tão idealizado tecnologicamente por outros.
Óbvio que não escrevi uma porção de acontecimentos importantes porque simplesmente não me lembrei deles, ou não consegui lembrar se realmente ocorreram nos anos em que penso. Memória é algo que não funciona em mim!

sexta-feira, 18 de dezembro de 2009

Sexta-feira sempre será o dia do não-ódio



Sempre é bom relembrar a filosofia do meu querido ex-colega Allan Diego de que a sexta-feira é o dia da cerveja, da alegria, de encontrar os amigos, de relaxar e esquecer os projetos caóticos, os clientes indecisos e tuuuudo aquilo que estressa em uma agência digital típica.
Mafalda que sou, vivia reclamando, especialmente na sexta-feira quando o cansaço já tomava conta. Aí didaticamente ele fez uma prévia do logo acima no multiuso quadro de pauta da nossa sala e me fez entender na marra que na sexta não se reclama; se curte. Interiorizei o precioso ensinamento e o adotei para sempre.

Massa que até hoje nós - que estamos cada um em um canto do país - temos a imagem acima guardada para usar no dia sagrado.

quinta-feira, 17 de dezembro de 2009

Música de quinta: Devolve Moço, por Ana Cañas




Existe aqui uma mulher
Uma bruxa, uma princesa, uma diva
Que beleza
Escolha o que quiser
Mas ande logo
Vá depressa
Nem se atreva a pensar muito
O meu universo ainda despreza
Quem não sabe o que quer
Meu coração eu pus no bolso
Mas apareceu um moço que tirou ele dali
Não, isso não é engraçado
Um coração assim roubado
Bate muito acelerado
Devolve, moço
Devolve, moço
O meu coração pro bolso

*****

Estou pouco eloquente hoje (eloquente sem trema é muito estranho), mas Ana Cañas tem um estilo muito particular e uma presença ousada, despretensiosa. Interessante enfim.

quarta-feira, 16 de dezembro de 2009

Na festa da firma nem sempre é na jaca que se enfia o pé

Você vai à festa de final de ano da firrrma numa boa. Não bebe praticamente nada a noite inteira (dois copos de whisky com energético e um de cerveja são nada para mim), passa boa parte do tempo jogando boliche com o pessoal, encontra antigos colegas que não via há horas, bate papo, mata a saudade. Dá muita risada dos colegas que fatalmente perdem a linha. Curte a banda contratada que - apesar de anônima - animou todo mundo. Tira algumas fotinhos maneiras, tudo muito bonito, tudo muito tranquilo. Festa muito bem feita.


Aí você se depara com uma maldita escada escura e mal construída, com um degrau maroto que te olha e pensa: "Rá! Vou te derrubar!". E, de saltinho, pisa em falso no maldito degrau fake. E torce o pé.

E como o "você" da história sou eu...

Agora eu, que acordei na hora certa para chegar na empresa no começo do expediente, estou eu em casa, sob analgésicos, aguardando passar um pouco da dor para ver se poderei ir ao trabalho pela tarde. Ou então enfrentar um médico básico.

Cara, eu estava quase mudando minha opinião sobre o Café Segredo... mas assim não dá; definitivamente não dá!

segunda-feira, 14 de dezembro de 2009

Não proíba!





É exatamente como quando alguém te pede para não contar um segredo, ou para não olhar naquela direção, ou para não clicar naquele link. Não faça! Não olhe! Não sinta! Não queira!

Você fará, olhará, sentirá e quererá imediatamente.